









Durante o Réveillon no Amaitè praia, a artista realizou uma pintura ao vivo sobre escultura em uma experiência artística à beira-mar.
Criar na virada do ano carrega um simbolismo particular: um gesto de presença, de encerramento e de início de um novo ciclo. As flores surgem como expressão de ciclos, passagem e transformação, elementos recorrentes na pesquisa da artista, que investiga a relação entre natureza, tempo e renovação.
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